Mostrar mensagens com a etiqueta maçã. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta maçã. Mostrar todas as mensagens

7.11.14

Um incentivo matinal para um tempo incerto

Finalmente Novembro. Durante os últimos meses a transição do tempo tem sido imperceptível para mim. E este céu, de flutuações de humor e vontades próprias dificulta muito a noção da passagem dos dias. Parece que estou num longo e eterno mês - não de Agosto ou de nenhum dos que podemos contar no calendário - um outro de temperamento singular, que não é nem deixa ser, não aquece nem arrefece. Como eu. Estou esgotada. E enquanto não descansar não consigo pensar. Não vale a pena tentar planear nada agora porque não será isso que me vai trazer alguma certeza. Será como será. O que for, será. E será bom.


Como ir correr. Com o tempo assim só me apetece pegar nos ténis e correr.

Há quatro ou 5 anos atrás fiz este bolo pela primeira vez. Num tempo quando o dia começava antes de o Sol se levantar e eu tinha de arranjar alguma maneira de tornar todo esse processo em algo natural, entusiasmante e fácil de suportar. Esta semana fi-lo novamente porque, mais que nunca, preciso de incentivos para me levantar de manhã e sentir que vale a pena.




Bolo das manhãs difíceis
Ligeiramente adaptado de Honey and Jam - Morning Glory Oat Muffins

Cheio de sabor, húmido, denso e, caso precisem de justificação para ir buscar mais uma fatia, sem manteiga, óleo ou azeite. O puré da maçã reineta acaba por providenciar ao bolo a húmidade e a riqueza da sua textura, o que o torna perfeito para começar o dia. Da próxima vez vou cortar o açúcar para metade e ver o resultado final. Não ficará tão húmido como o original, porque o açúcar é fundamental para proporcionar a consistência desejada a qualquer bolo, mas talvez resulte em algo mais semelhante a um pão doce que pode também ser uma boa alternativa.

1/2 cháv. passas
1 cháv. farinha de trigo integral
3/2 cháv. flocos de aveia inteiros
3/4 cháv. açúcar amarelo
2 c.chá bicarbonato de sódio
2 c.chá de canela em pó
1/2 c.chá de sal fino
2 cháv. cenoura, descascada e ralada no ralador mais aberto
1 maçã Royal Gala grande
1/2 cháv. coco ralado sem açúcar
1/2 cháv. pecans ou nozes, picadas grosseiramente 
1/3 cháv. germen de trigo
3 ovos grandes
1 c.café de pasta de baunilha
2 maçãs Reinetas médias, descascadas, descaroçadas, cortada em 8 partes iguais
1/4 cháv. sumo de laranja natural
açúcar mascavado


Colocar as passas em água quente numa pequena tigela com água quente e reservar.
Colocar as maçãs reinetas arranjadas numa panela e cozê-las a lume brando até ficarem em puré e reservar.
Entretanto, fazer o resto do bolo. Pré-aquecer o forno a 180ºC e engordurar ligeiramente uma forma rectangular (loaf pan) de 23cm de comprimento.
Numa tigela grande, misturar bem a farinha, a aveia, o açúcar, bicarbonato de sódio, canela e sal. Adicionar a cenoura, a maçã e o côco ralados, as nozes e o gérmen de trigo.
Numa tigela à parte, bater bem os ovos com a baunilha, o sumo de laranja e o puré das maçãs reinetas. 
De seguida adicionar a mistura do ovo à da farinha até estar uma massa homogénea e bem envolvida. Escoar as passar da água e adicioná-las à mistura. 
Verter a massa na forma do bolo, polvilhar com o açúcar mascavado e levar ao forno cerca de 30-40 minutos, ou até o teste do palito sair limpo, mas que se note ainda humidade. O bolo não deverá ficar com aspecto seco.
Retirar do forno, deixar arrefecer 5 minutos e retirar da forma para cima de uma grelha de metal para terminar de arrefecer.


Serve 8 fatias das minhas, mas provavelmente 12 de uma pessoa mais sensata


a ouvir: D.Song - Yppah feat. Anomie Belle


3.10.14

Outono




Há alturas certas para se falar das coisas. Há um ano atrás, quando fiz esta tarte pela primeira vez não era a altura certa. A altura certa é agora, neste terceiro dia de um mês que pouco me diz, pertencente à minha estação do ano preferida, em que o meu espírito está mais outonal que o dia lá fora. Em nenhuma outra altura Lisboa fica mais bonita do que agora. Um festival de tons quentes que se espalha pelas ruas aquecem o coração nos dias mais frios, enquanto as árvores se despem lentamente e criam os tapetes vibrantes que se formam ao longo de estradas e ruas e cantos e recantos e degraus das escadas da cidade. O barulho das folhas crack crack. A luz que me deixa manter os olhos bem abertos sem que os tenha de franzir - o Sol de Verão é uma chatisse, ando sempre com ar de quem está de mal com o mundo, testa e olhos e nariz franzido, e tenho para mim que essa tensão passa para dentro de mim.
A minha música soa a Outono. A minha poesia é escrita para o Outono. O meu Outono é de esperança, é quente, gosta de usar chinelos em casa, de comer castanhas lá fora e de caminhar incessantemente entre pinheiros e amoras, madressilvas e pinheiros, fazer piqueniques em clareiras clandestinas e os raios de Sol a passar entre as folhas dos carvalhos, cedros e pinheiros.

Esta tarte sabe a Outono. Dar-lhe uma dentada é teletransportar a mente para outro universo, o universo das coisas fáceis e puras, de aromas doces e temperatura amena, onde não há muito a dizer, apenas para sentir. Não pode ter outro destino se não para aqueles que me fazem feliz. A gratidão é uma coisa valiosa.




Outono (ou tarte de figos, uvas, maçãs e nozes)

Quando fiz isto há um ano atrás a pressa era tanta que não pesei ou medi nada. Tentarei fazer justiça a minha fraca memória e ser o mais fiel possível ao que fiz na altura, mas no fundo, e como disse ja varias vezes, tudo se resume à intuição: se a fruta for muito doce, a quantidade de golden syrup terá de ser obviamente menor, se os figos forem gigantes, terão de utilizar menos do que aquilo que indico, e por aí a diante.

1 receita de massa quebrada (esta é a minha go to, que nunca falha)
(500g) 4 maçãs reinetas doces médias, descascadas, descaroçadas e cortadas em gomos de 4 e 8
450g uvas brancas, metade cortadas ao meio e metade inteiras
350g  figos frescos médios, cortados ao meio, ou em 4, se forem maiores
200g de marmelo cozido com 2 c.sopa de mel
5 figos secos, cortados ao meio
50g de nozes, grosseiramente partidas
40-50g c.sopa de golden syrup (à venda no El Corte Ingles e na Glood)
1 ovo batido
açúcar mascavado


Ao fazer a massa quebrada, retirar uma mão cheia da mistura da farinha, açúcar e manteiga antes de adicionar os ovos e o leite. Reservar essa mistura e finalizar a massa.
Preparar toda a fruta fresca enquanto a massa descansa no frio durante no mínimo meia-hora e misturá-la cuidadosamente (para os figos não quebrarem) numa taça grande.
Pré-aquecer o forno a 200ºC. Engordurar uma forma de tartes minimamente alta (3cm de altura) e com 24cm de diâmetro. Pegar em 2/3 da massa e estender até ficar com cerca de 45cm de diâmetro, para que ao desenrolá-la sobre a forma sobre cerca de 10-12 cm fora da borda.
Colocar dentro da tarte as maçãs, uvas e figos frescos. Por cima espalhar as nozes e os figos secos e por fim adicionar o golden syrup em fio por toda a fruta.
Com cuidado, dobrar as bordas da massa para cima da tarte, de maneira a cobrir a fruta, deixando apenas um pequeno buraco no centro.
Pincelar a massa com o ovo e polvilhar com a mistura reservada da tarte e com o açúcar mascavado.
Levar ao forno durante 50-60 minutos, até a massa ganhar um tom intenso dourado, a fruta borbulhar e o cheiro inebriar a casa toda.


faz uma tarte de 22-24 cm, o número de pessoas é já muito subjectivo.




a ouvir: - We Are Fine - Sharon Van Etten

15.9.14

verde

Há coisas que ficam. Não me lembro quando foi a primeira vez que fiz isto, mas já foi há muito. Mas estava tão bom que não foi a tempo da foto. Mas não me preocupei, porque na altura soube que iria ter muitas, muitas oportunidades para a tirar.

Passadas essas muitas, muitas oportunidades, eis que surgiu a dita.



Tartine de centeio e sementes de girassol, barrada com abacate impecavelmente maduro, com lâminas de cebola, maçã verde e finalizada com sumo de lima, coentros picados, um fio de azeite, pimenta preta e flor de sal, claro!




a ouvir: Frescobol - D'Alva

25.6.13

crumpets nhom nhom

O titulo é ridiculo, eu sei. Mas é a onomatopeia que me ocorre para descrever estes bolinhos não doces, que tem a textura de uma tigelada mas que não levam ovos, fofinhos e altamente absorventes do que quer que se ponha sobre eles. Ia estabelecer uma comparação com o pão alentejano e o pão alemão - os meus predilectos - mas não o vou fazer. Até porque mesmo entre esses dois não pode haver qualquer tipo de comparação. São opostos mas igualmente bons.

Se descobrir onde se compra estas coisinhas em Terras Lusas, eu direi. Oh se direi... nhom nhom.

E eu sei que ainda não falei de Londres... mas hei-de fazê-lo. Ou então não e também não faz mal.


nts*:
leite fresco no Verão
Dulce Maria Cardoso na Granta 
descer a Alameda descalça a caminho do trabalho.




 Com maçã verde, mel e leite fresco.




 Com xarope de agave, uvas e leite fresco.




Com manteiga, ovo escalfado e um sumo de maçã.


*note to self




a ouvir: Underwater Love - Smoke City

7.2.13

O Inverno de cinzento não tem nada.




Receio que quando tiver condições para me dirigir ao Principe Real todos os sábados de manhã não vou fazer outra coisa senão cozinhar. Hoje são moderadas as vezes que lá vou e, quando o faço, chego a casa com a carteira e as costas estoiradas - ir de Lisboa para Agualva de comboio com meia-hora e picos a pé de sacos nas mãos e aos ombros não é como estoirar a carteira com sacos da Zara ou equivalentes, ainda que nunca trocasse os últimos pelos primeiros.
É tudo lindo. A fruta, os vegetais, os produtores cheio de energia, os clientes que respiram e inspiram vitalidade, as conversas que se ouvem e os concelhos que se trocam. É belo o que se sente e as mudanças que vê quem por lá passa todo o ano: as cores das bancas a mudarem conforme o que dita a estação, os tomates a darem lugar às couves, aos nabos e às pastinacas, os pêssegos às pêras, as melancias às laranjas, o manjericão à salva, os grelos de nabo que ocupam os lugares que otrora pertenciam às alfaces, as batatas pelos rábanos e rabanetes, os pimentos do Poial que se transformam em chillis nos pequenos frascos, os morangos de Inverno ainda escondidos nos vasos da Andreia, o feijão-verde pela couve-galega e pelas bancas e caixotes todos adiante.É bonito, inspirador, dá vontade de levar tudo e inventar.

Desta vez trouxe beterrabas e nabos com rama, pastinagas, belos, belos rabanetes, couve-flor e couve-galega, beringelas, salsa e hortelã para algo que ainda não posso revelar. Os grelos tinha com fartura em casa, vindos do meu avô, e já foram todos para o arroz e clássico carapau frito do fim de semana.

Não tenho tido disponibilidade para estar na cozinha como dantes e por vezes não apetece, mas há dias em que a vontade fala mais alto. E então acrescento mais uma hora às duas que reservo para mim antes de "começar o dia" - a minha mãe diz que acha um exagero - e invisto num almoço que magnifique todas estas pérolas da estação (agora que vejo, acho que há um café ao pé da estação do Cacém que se chama assim) em todo o seu esplendor.

No Inverno é raro apanharem-me a comer saladas ou qualquer coisa directamente saída do frigorífico: sou de sopas, tigelas quentes e comida fumegante. Se puder usar só uma colher, melhor. Mas não há regra sem excepção.


Preparo tudo em casa e emprato na copa do trabalho. Nenhum trabalho, apenas amor e dedicação.



É um grande, grande prato.



É um lindo, lindo prato. Uma descoberta. As folhas da beterraba e do nabo tem um sabor suavizado das raízes, na minha opinião totalmente comestíveis crús. O crocante aroma das sementes numa garfada é sempre uma agradável surpresa. O sabor do perú dá o toque salgado e fundamental, que bem podia ser fornecido por um queijo, feta ou parmesão (se fosse com este talvez não juntasse a mostarda). A mostarda no molho é simplesmente aquela acidez para mim irresístivel, totalmente diferente dos rabanetes e por isso necessária. Uma mistura de alimentos com sabores inconfundíveis, constantemente valorizando-se uns aos outros sem nunca se anularem.
Gostava apenas de saber arriscar mais nos molhos, mas tenho de aprender ainda com os melhores.


Salada de vegetais de Inverno, com maçã, perú e sementes de abóbora e de girassol

Odeio dar quantidades certas neste tipo de receitas, onde o rigor é a última coisa que conta. Tanto as doses como os cortes dos alimentos são apenas uma referência daquilo que fiz para mim, conforme o que me apeteceu e que me pareceu equilibrado.
Devo ter feito umas seis vezes o caminho da bancada para o frigorífico e voltar, indecisa entre usar feta ou parmesão para completar a salada. Confesso que fiquei ligeiramente tonta porque estão a três passos de distância. Não deve ter sido bonito de se ver, o meu pai que o diga. Acabei por trazer o feta mas deixei-o embrulhado no papel prata que trouxe e comprei umas fatias de fiambre de perú pelo caminho, porque é para mim um bff da maçã.
Para os pobres deste mundo que não tem uma panela de cozer a vapor como eu e gostam de economizar, façam o seguinte: coloquem a couve-flor em floretes no vosso escoador de metal, coloquem por cima de uma panela grande onde estão a cozer a beterraba (desde que o escoador não toque nela) e tapem com uma tampa que cubra tudo. Depois é só deixar cozer até à consistência que vos parecer ideal.

1 molho de uma mistura de folhas e talos de beterraba e de nabo, cortadas grosseiramente
1 beterraba média, cozida, cortada em pedaços de 0,5-1cm de espessura
2 maçãs Granny Smith, cortada em fatias finas
1 c.sopa de sementes de girassol, tostadas na frigideira
1 c.sopa de sementes de abóbora, tostadas na frigideira
2 talos de aipo, picados grosseiramente
1/2 couve-flor média, dividida em floretes e cozida ao vapor
1 pastinaca, cortada em rodelas o mais finas que conseguirem
10 rabanetes e respectivas folhas, cortados em fatias finas e em quartos
6 fatias de fiambre de perú

6 c.chá de azeite
3 c.chá de mostarda
2 c.chá de orégãos
2 c.chá de sumo de limão

Misturar todos os ingredientes menos os do molho numa saladeira rasa.
Numa tigela emulsionar bem o azeite, a mostarda, os orégãos e o sumo de limão.
Cobrir a salada com o molho e finalizar com as sementes e o cebolinho picado.
Servir de imediato. Um sumo de frutos vermelhos deve ir bem com isto. :)

serve 2


a ouvir: Nothing Owed - Bonobo

23.9.12

sinfonia de uma ode gastronómica




Com isto que vos deixo canta-se com a boca mas ouve-se com o paladar. As minúncias melódicas percorrem a vista inolvidável de uma velha quinta inocentemente trespassada, passando pela luz e temperatura de restos de um Verão ameno que a pele sente, pelos aromas de pinheiro e terra e ar que me assaltam os sentidos e que se conciliam em pleno com os sabores terrenos da noz, do mel, da maçã e claro, do pão, quase como um elixir de componentes escrupulosamente medidos para alcançar a mais perfeita compleição. Isso tudo, e a voz e presença de quem esperou (esperámos!) pacientemente pelo tempo de tudo isto simplesmente ser, acontecer. E não podia ser de outra maneira. Somos melómanos.
Desculpem-me a poesia excessiva, mas tudo isto é poesia.



Focaccia de maçã e noz
adaptada de Nigel Slater

Simples assim, sem mais. Quente ou fria, ao pequeno-almoço, almoço ou quando o corpo precisar. Pouco há de melhor o miolo do pão húmido, embebido no mel, fundido com a textura crocante da noz e da suavidade menina da maçã. Não consigo evitar os rodriguinhos, é simples e boa demais.

450g de farinha
7g de fermento seco para pão
1 c.chá de sal grosso
1 c.sopa de azeite
1 c.sopa de açúcar branco
350ml de água morna

3 maçãs médias Royal Gala
150g de miolo de noz, partidas
75ml de mel
40ml de xarope de agave
2 c.sopa de água

Colocar a farinha e o fermento numa grande tigela, adicionar o sal e misturar.
Juntar o azeite, o açúcar e a água. Envolver completamente e passar a massa para uma base bem enfarinhada. Amassar levemente cerca de 5 minutos. Não vale a pena de todo amassar demasiado e com muita energia.
Assim que a massa ficar elástica e suave colocá-la numa grande taça enfarinhada, cobrir com um pano de cozinha e colocar num lugar morno para que cresça. Quando tiver duplicado de tamanho - cerca de uma hora - pressionar gentilmente com o punho, removendo algum do ar.
Cortar e descaroçar as maçãs (eu não as descasco) em pedaços com cerca de 1-2cm de largura (não é preciso ser metódico!) e amassá-las juntamente com as nozes na massa, deixando algumas para colocar no topo. Colocar a massa dentro de uma forma funda de 28cm para que manter a forma.
Pré-aquecer o forno a 220ºC. Cobrir a massa mais uma vez e colocá-la novamente num lugar morno para crescer quase o dobro, novamente.
Quando estiver crescida, regar com um pequeno fio de azeite e levar ao forno cerca de 35-40minutos até ter crescido bem, e estar num tom dourado intenso no topo. Deverá estar ligeiramente elástica quando pressionada, mas de crosta dura.
Retirar do forno, regar com a mistura do mel e do xarope de agave e deixar que absorva. Deixar arrefecer um pouco antes de refirar da forma e partir grandes pedaços com as mãos.


serve umas 6 a 8 boas doses


a ouvir: Gnossiene no.1 - Erik Satie

16.6.12

33,3




































33,3% bircher, 33,3% muesli e 33,3% de outra coisa qualquer.

O original (e que tenho ainda as minhas dúvidas que este realmente o seja) está aqui.
O desenrascado-mas-igualmente-bom, aqui. E para não induzir ninguém em erro, traduzo para bom português o que fiz. É tão simples que para dizer a verdade tenho até um bocado de vergonha de escrever aqui aquela que será a sua "receita". As combinações são intermináveis.


Aveia com iogurte, maçã ralada e fruta

1 cháv. (120g aprox.) de flocos de aveia
1 (125g) de iogurte natural
120ml de sumo de maçã
1/2 maçã, ralada

variação 1:
cerejas

variação 2:
1 banana 
1 punhado de morangos

variação 3:
sem maçã e o sumo na base
1/2 romã
1 laranja 
1 manga

variação 4:
1 maçã 
1 punhado de mirtilos

variação 5:
2 maracujás 
1 manga


Misturar bem a aveia com o iogurte e o sumo de maçã pelo menos meia hora antes de comer.
Adicionar a maçã ralada e misturar novamente.
Dividir por duas tigelas, adicionar o resto da fruta e servir bem fresco.

serve 2

a ouvir: